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segunda-feira, 26 de março de 2012

A defesa de Felipe Massa: até quando?

A proteção da Globo com Felipe Massa é comovente. Quando larga mal: Ele foi Muito Cuidadoso. Quando o companheiro ganha de forma surpreendente: silêncio a respeito do resultado do brasileiro. Fica a pergunta: Patriotismo? Solidariedade? Gestão de Negócio? Seja qual for a resposta, isto não é jornalismo. Espero que o Felipe Massa não retorne à Interlagos apenas como entregador de quentinhas

 

Jornal Nacional
26/03/2012.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Aniversário de São Paulo e os clichês de sempre

Aniversário de São Paulo: Senta que lá vêm clichês:

“ Locomotiva do país”

“ A cidade que não dorme”

“ Mercado Municipal”.

A cidade merecia homenagem mais inteligente.

 

Jornal da Band

Jornal Nacional

25.01.12

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Tempo da desimportância

O tempo dedicado para a cobertura do “caso Adriano” é no mínimo desproporcional. Entrada ao vivo no Jornal Nacional de hoje para mostrar reflete o equívoco desta escolha

Jornal Nacional
28/12/2011

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Notícia velha como se fosse nova.

Jornal Nacional faz alarde com o valor do salário mínimo como se fosse novidade. A notícia é apenas que a Presidente Dilma assinou o Decreto que define o valor, nada além.

Jornal Nacional
23/12/2011

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Entre o patético e o ridículo

Transformar a mudança na bancada do Jornal Nacional em notícia ficou em entre o ridículo e o patético. Leia abaixo o texto de Alberto Dines sobre o assunto.



Observatório da Imprensa
06/12/2011

JORNALISMO FANTASIA

Bem-vinda, Patrícia; até já, Fátima

Por Alberto Dines
Na segunda-feira (5/12), à hora do jantar, o sagrado ritual foi truncado: a telenovela Aquele beijo não foi interrompida pelo Jornal Nacional e continuou rolando com outros ingredientes até desaguar na seguinte, Fina Estampa. No meio algumas irrelevâncias sobre o estado do mundo e a aguardada estreia da nova modalidade televisiva, o glamour da notícia, a ternura da informação.
Estava no ar, o “telejornal da família brasileira”, a sobremesa espiritual perfeita para o jantar de uma sociedade amena, sossegada, onde tudo se ajeita no capítulo final. A tocante cerimônia do adeus da deslumbrante apresentadora Fátima Bernardes e a apresentação da sucessora não menos deslumbrante, Patrícia Poeta, devidamente mediada pelo chefe, o irresistível William Bonner, foi uma obra-prima de sentimentalismo com um único defeito. Ninguém conseguiu chorar. Compreensível: com tais salários e num universo profissional ameaçado por uma descabida e estúpida onda de demissões, só um idiota verteria lágrimas.
Lances e ciclos
A pieguice correu solta, desinibida, porque havia uma semana a mídia em uníssono decidira entregar-se a esse maravilhoso conto de fadas. Antigamente, quando ainda existia um mínimo de singularidade, Folha de S.Pauloou Veja se permitiam quebrar o encanto marqueteiro e ofereciam no varejo salutares doses de ceticismo e gozação. Isso acabou: a Mídia Associada deste século 21 gosta e desgosta por atacado. Surpreendente neste contexto, o primoroso comentário de Maurício Stycer no UOL, logo em seguida à serenata. Não foi reproduzido na Folha de segunda-feira (6).
A imprensa brasileira (nela compreendida o telejornalismo, o radiojornalismo e o jornalismo-ponto-com) está oferecendo à sociedade brasileira no máximo 40% do que as congêneres do mundo desenvolvido oferecem aos seus públicos. Por isso são desenvolvidos – e não apenas pelos respectivos PIBs.
Dos três ou quatro quilos de papel colocados na porta deste observador no domingo pela manhã (compreendidos os três jornalões ditos nacionais e os três semanários ditos noticiosos, deles excluído IstoÉ) salva-se muito pouco para fazer pensar ou oferecer leitura edificante.
Isso se manifesta até na cobertura esportiva. Nenhum jornal paulistano teve a coragem de afirmar que o final do campeonato foi pífio – é arriscado contestar a euforia corintiana. Como o Globo precisa penetrar no mercado paulista, não teve coragem para dizer que o melhor desempenho da temporada foi o do Vasco.
A exuberância inútil está visível até nos anúncios: o inchaço da indústria imobiliária em todos os cadernos desvenda uma economia turbinada por lances e não por ciclos estáveis. Nossa mídia não sabe levar ao consumidor novos hábitos e novos produtos, não abre espaço para novas indústrias, prefere lamber as botas dos seus dirigentes nos cadernos de negócios. E inventa modismos que não se sustentam.
Sem fim
A onda de demissões que aflige nossas redações nada tem a ver com a crise econômica internacional. As empresas jornalísticas descobriram que o leitor exige pouco, contenta-se com pouco e, por isso, resolveram formalizar este pouco cortando pessoal, cortando qualidade e, sobretudo, tônus informativo.
Enquanto a TV mergulha de cabeça na fantasia populista de cortejar a classe C, a mídia impressa entrega-se ao jornalismo ersatz, sucedâneo inferior. Muito inferior. E como todos o praticam sem diferenciações, não há termo de comparação.
Bem-vinda, Patrícia; até já, Fátima. Esta novela não acaba.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Délis, que pergunta é esta?

Jornalista pergunta à presidente Dilma se a “declaração de amor” de Carlos Lupi fez efeito na decisão de mantê-lo no cargo.

Jornal Nacional
02/12/2011

Veja o vídeo.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Jornal Nacional pautado por release

A Globo não considera importante mandar o Globocop cobrir o vazamento em Campos e as notícia continuam sendo pautadas pela Companhia. Hoje a noite o jornal mostrou imagens cedidas pela Chevron.

Jornal Nacional
15/11/2011


Chevron Brasil informa que conseguiu reduzir vazamento de óleo no Campo Frade (RJ)



Link:

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

De volta à era do Rádio

A cobertura dos jogos panamericano pela Globo é uma afronta aos telespectadores: Nenhuma imagem, apenas voz.

Jornal Nacional
19/10/2010



quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Overdose

TV Globo transforma a cobertura da turnê de Justin Bieber em peça publicitária. Tá me cheirando que veremos um dos shows na telinha.


BOM DIA BRASIL
05/11/2011

Jornal Hoje
05/11/2011



Jornal Nacional
05/11/2011


Jornal da Globo
05/11/2011

sábado, 24 de setembro de 2011

O dia começa mais tarde para o Jornal Nacional

Paulista acordam de madrugada para não perder a  abertura do Rock in Rio. A imagem do relógio da rodoviária nos informa o horário: 7h40


Jornal Nacional
23/09/2011


Chico Pinheiro - Nas nuvens

Depois da reportagem sobre a “polêmica” das partículas mais rápida do que a luz, Chico Pinheiro sai com essa:


Jornal Nacional
23/09/2011

"E aqui na terra...”




sábado, 10 de setembro de 2011

Marmita

Jornal Nacional requenta relatório do IPEA sobre o atraso nas obras dos aeroportos.


Jornal Nacional
09/09/2011



Jornal Nacional
14/04/2011



domingo, 28 de agosto de 2011

Fora do lugar


A cobertura do conflito na Líbia pelo JN é lamentável. A imagem do Marcos Uchoa com capacete largo nos faz lembrar Homer Simpson.

JORNAL NACIONAL
27/08/2011



quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Deslizes


A repórter Lília Teles modifica a lei e afirma de forma categórica que o banqueiro Salvatore Cacciola terá que se apresentar ao Departamento de Administração Penitenciária a cada três meses.
Duplo engano: 1) Não existe o Departamento e sim a Secretaria; 2) se apresentará a(o) Juiz(a) responsável pela execução penal

Edição de 25.08.2011

Bonner em dia de Galvão Bueno:"põe o capacete Uchoa"


O primeiro bloco do Jornal Nacional de hoje foi patético. O que era para ser uma edição histórica do JN será lembrado pelo desconforto de Fátima Bernardes diante do comportamento do marido.
Para compensar o pito, assumido, no repórter Marcos Uchoa, ele classifica a matéria enviada como heróica.


Edição de 24.08.2011